Muitas pedras e cachoeiras na Chapada dos Guimarães

Muitas pedras e cachoeiras na Chapada dos Guimarães
Jeff Belmonte / Flickr

Trekking ao Morro de São Gerônimo, por exemplo, é uma das atividades por lá. A vista é linda! Mas tem que ter um excelente preparo físico para incluir esse destino no roteiro. Afinal, é o mais alto da região, com 836 metros de altitude e são cinco horas de caminhada e trinta minutos de escalada – só a ida. Mas vale a pena as muitas formações rochosas curiosas batizadas como Mesa do Sacrifício, Casa de Pedra, Cogumelo de Pedra, Totem, Jacaré de Pedra… (haha, muita coisa boa!)

Chapada dos Guimarães tem vários atrativos turísticos: 46 sítios arqueológicos; dois sítios paleontológicos; 59 nascentes; 487 cachoeiras; 3.300 km² de Parque Nacional; 2.518 km² de Área de Proteção Ambiental; duas reservas estaduais; dois parques municipais; duas estradas-parque; 157 km de paredões; 42 imóveis tombados pelo Iphan; 38 espécies endêmicas.

O artesanato local é uma das referências na cidade, com vários artesãos locais que chegaram ou nasceram na cidade e, que ali, foram crescendo e vivendo do artesanato, que é exposto em praça pública de terça-feira a domingo para os habitantes e turistas. Existe um projeto de uma “Rua do Artesanato”, que visa criar um local específico para os artesãos, mas nada projetado ainda. Além de todas estas opções, o município conta com o turismo nos dias mais frios do ano, quando a temperatura pode diferir-se até -2°C para menos, da próxima capital Cuiabá.

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Ta afim de um passeio diferente? Então chega ai que eu vou contar pra você começando com as dicas.

Dicas para os viajantes: Roupas confortáveis e calçado firme no pé para caminhadas (daqueles que possam ser molhados). Falando em água... capa de chuva e agasalho (sempre esfria à noite e são uma boa). Quanto ao tempo de permanência, o bacana é ficar pelo menos 4 dias no mínimo e se puder, ficar 10 porque há roteiros pra isso (Caso tiver mais tempo, recomendamos mesmo uma viagem para o Pantanal - é bem perto dali).

Para ir à Chapada dos Guimarães, não é preciso nenhuma vacina, só mesmo para a região amazônica de Mato Grosso, ai sim deverá providenciar a vacina contra a febre amarela. E também recomendamos o uso de repelentes apenas para as pessoas alérgicas mesmo, e elas ficam proibidas de tomarem banho em cachoeiras por lá. Isso é pra cuidar desse pedaço de chão maravilhoso!

Os acidentes com cobras e outros animais peçonhentos são raríssimos, já o sol é o grande vilão... como as leve protetor solar e utilize-o. rs

Bom... pra quem não sabe, o Parque Nacional da Chapada dos Guimarães é uma unidade de conservação brasileira, situada no estado de Mato Grosso, nos municípios de Chapada dos Guimarães e Cuiabá, que recebeu guarida federal e é administrado pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). Bacana isso, néee!

Uma curiosidade histórica: Você sabia que os fundamentos históricos da Chapada dos Guimarães são contemporâneos aos de Cuiabá? Pois é, são sim. Aqueles paredões de arenito vermelho-alaranjado são incrivelmente belos, nossa! Diria mais, até, que são marca registrada da Chapada dos Guimarães.

Pra quem curte esportes radicais, se liga: são muitas, muitas trilhas, para serem desbravadas a pé ou de bike. E elas levam a mirantes naturais que nos fazem descobrir um lindo conjunto de montanhas. Em dias claros, dá pra ver até a planície pantaneira e a capital Cuiabá (é quase 70 quilômetros de distância). Áh, esses caminhos te levam direto ao cartão-postal da Chapada: a cachoeira Véu de Noiva (muito lindo) com vista panorâmica e totaliza 86 metros de queda. Lá embaixo, onde a cachoeira se acaba, sobrou um poço de águas cristalinas, que infelizmente não pode mais tomar banho (houve um acidente em 2008).

Trekking ao Morro de São Gerônimo, por exemplo, é uma das atividades por lá. A vista é linda! Mas tem que ter um excelente preparo físico para incluir esse destino no roteiro. Afinal, é o mais alto da região, com 836 metros de altitude e são cinco horas de caminhada e trinta minutos de escalada - só a ida. Mas vale a pena as muitas formações rochosas curiosas batizadas como Mesa do Sacrifício, Casa de Pedra, Cogumelo de Pedra, Totem, Jacaré de Pedra... (haha, muita coisa boa!)

Também tem muita beleza do lado de fora da reserva e uma das mais incriveis é a caverna Aroe Jari, uma gruta muito grande de arenito, são 1.500 metros de extensão com inscrições rupestres. Tem também a Lagoa Azul, ela tem águas transparentes e mergulho proibido. Maaaaaaaas, merece destaque a Cidade de Pedra, ela é emoldurada por rochas pontiagudas que remetem aos castelos medievais. As formações espalham-se por cânions que chegam a mais ou menos 350 metros de altura em meio a escarpas frequentadas pelas famosas araras-vermelhas.

Agora vamos falar um pouco da Igreja de Santana. Alguns autores tem atribuído aos jesuitas a construção da igreja, rola até a hipótese de colaboração de mão de obra indígena. A tradição diz que os seixos (chama-se seixo a todo fragmento de mineral ou de rocha, menor do que bloco e maior do que grânulo) que formam o adro da igreja foram trazidos do Coxipó, no ombro dos índios.

A Igreja de Santana, como é chamada hoje, foi a primeira a ser tombada como patrimônio histórico em Mato Grosso, isso em 1957. Após o tombamento as intervenções na igreja passaram a ser executadas e controladas pelo Iphan.

Já aconteceram três grandes obras de restauração foram realizadas no templo: uma em 1977, outra entre 1994 a 1996 e a mais recente em 2008. Em 2009 a igreja passou por uma pequena restauração. Ela está aberta para visitação. Aproveite e vá conhecê-la!

Boa viagem e até a próxima! ;)

Bianca Ludymila

Bianca Ludymila

Descobridora do mundo, escritora da vida.

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